O Culto Das Bruxas Na Europa Ocidental

14/10/2016 14:51

Todo o movimento Pagão, Wicca e da Bruxaria na atualidade é advindo, em grande parte, deste livro. Em O Culto das Bruxas na Europa Ocidental a autora relata a sobrevivência de um culto marginal vulgarmente conhecido como bruxaria. Este culto teve uma existência paralela aos cultos greco-romanos e mesmo ao cristianismo, as religiões do Estado. Um marco no ressurgimento da bruxaria foi o lançamento dessa tese da Dra. Margaret Murray. Ela foi uma importante egiptóloga, e usa a sua experiência para desvendar o passado mítico dos cultos da fertilidade e do paganismo, que tiveram sua apoteose no Sabath barroco. A autora se vale dos arquivos do Santo Ofício, a Inquisição, e dos Autos de Fé, bem como de registros oficiais sobre os julgamentos das bruxas e da sobrevivência de lendas e sincretismos relativos ao culto da bruxaria. Todas as palavras que sejam ditas a respeito deste livro nunca farão jus à sua real importância na revitalização da bruxaria, que hoje em dia tem o status de religião. Seus adeptos não precisam mais temer o fogo nem o ódio de pessoas como Tomás de Torquemada. Um livro de leitura imprescindível para todo bruxo, wicca e pagão. Nos dias de hoje esta obra é rara, mesmo em língua inglesa.

A bruxaria e a Wicca são uma realidade nos dias de hoje, com inúmeros seguidores espalhados pelo mundo, divididas em centenas de tradições formadas pelos mais variados elementos. Se, de fato, a bruxaria é uma religião paleolítica ou uma releitura de cultos arcaicos, o fato é que ela desempenha um importante papel no resgate da Magia feminina e no culto à Natureza. E, sem dúvida, em muito ela tem contribuído para o ressurgimento da Magia. Os encantos e as magias são comuns em todos os países e nações e são praticados por padres e pessoas de todas as religiões. Eles são parte da herança comum, da raça humana e, portanto, sem valor prático no estudo de qualquer culto em particular. É impossível entender o culto das bruxas sem entender primeiro a posição do personagem principal daquele culto. Ele era conhecido dos juízes contemporâneos cristãos e considerado o Demônio, também chamado Satã, Lúcifrer, Belzebu, Coisa Ruim, o Inimigo da Salvação, e nomes similares relativos ao Princípio do Mal, o Demônio da Sagrada Escritura, com o qual ele era mais identificado.

Este conceito estava distante da visão das próprias bruxas. Para elas, este que era chamado de Demônio era Deus, manifestado e encarnado; O depoimento das bruxas deixa claro que o chamado Demônio era um ser humano, geralmente um homem e raramente uma mulher.

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